"Dela era a inclinação a correr, a meditar em longos passeios solitários, pulando portões, pisando na lama, para através da névoa, do sonho, do êxtase da solidão entrar no coração das matas com pequenas cerimônias a que ninguém assistia, ritos privados, pura beleza que lhe enchiam o espírito de entusiasmo e espanto." Continue lendo
"Ninguém deveria deixar espelhos pendurados em casa, assim como não se devem deixar abertos talões de cheques ou cartas que confessem crimes horrorosos." Continue lendo
Afinal, qual a razão desta história sem pé nem cabeça? Continue lendo
A Mão do Macaco é um dos mais famosas contos de horror já escritos. Nesta breve história, a mão mumificada de macaco, um amuleto mágico, é capaz de conceder três desejos a quem o possui. Mas, por interferir na ordem natural, estes desejos são satisfeitos a um alto (e terrível) preço. Continue lendo
"Olhei para cima, e aquela velha fantasia da bandeira carmesim tremulando na torre de um castelo me veio à mente, e pensei no cortejo de cavaleiros vermelhos subindo pelo penhasco negro. Para meu alívio, a fantasia foi interrompida pela visão da marca." Continue lendo
Conheça as opiniões controversas e implacáveis do mais extravagante dândi da literatura. Continue lendo
As primeiras imagens de um clássico. Continue lendo
A luz, ao deslizar pelo vidro, derrama uma poça verde. Sob os sinos azuis rola uma onda. Continue lendo
"Eles estão procurando; estão abrindo a cortina. Por que foi que entrei aqui? O que era que eu queria encontrar?" Continue lendo
Para Bloom, "o maior paradoxo e a mais espantosa realização da novela de Mary Shelley é que o monstro é mais humano do que seu criador". Continue lendo