crítica literária | Fantástica Cultural

Palavra-chave: crítica literária

Anterior12Próxima
A Esperança e o Absurdo na Obra de Franz Kafka, por Albert Camus

A Esperança e o Absurdo na Obra de Franz Kafka, por Albert Camus

Em Kafka, dois mundos colidem: a vida cotidiana, em sua tragédia diária, e as inquietações sobrenaturais, que nos atormentam frente ao absurdo da existência. Continue lendo

A Filosofia de Alice no País das Maravilhas

A Filosofia de Alice no País das Maravilhas

Afinal, qual a razão desta história sem pé nem cabeça? Continue lendo

A Filosofia de Pinóquio: Lições, Segredos e Simbolismos

A Filosofia de Pinóquio: Lições, Segredos e Simbolismos

As aventuras de Pinóquio não deixam de ser, também, as de todos os seres humanos. Continue lendo

A Pornografia de Witold Gombrowicz: Fetiches e Depravações ao Pé da Cova

A Pornografia de Witold Gombrowicz: Fetiches e Depravações ao Pé da Cova

"Depois dos 30 anos, o ser humano penetra na monstruosidade. A beleza esteve naquele outro lado - o jovem." Continue lendo

Contos que Fogem do Livro: Continuidade dos Parques & Teoria do Caranguejo, de Julio Cortázar

Contos que Fogem do Livro: Continuidade dos Parques & Teoria do Caranguejo, de Julio Cortázar

Quando tanto o leitor quanto o escritor se transformam em personagens literários, a própria literatura vira de ponta-cabeça, contorcendo-se de dentro para fora, e o único sentido possível encontra-se escondido na louca genialidade da arte. Continue lendo

Fahrenheit 451 e a Queima de Livros: censura, cultura de massa e o amor pela literatura

Fahrenheit 451 e a Queima de Livros: censura, cultura de massa e o amor pela literatura

"Ficção científica é uma ótima maneira de fingir que você está falando do futuro quando, na realidade, está atacando o passado recente e o presente" - Ray Bradbury Continue lendo

Frankenstein de Mary Shelley | Ensaio e análise da obra por Harold Bloom

Frankenstein de Mary Shelley | Ensaio e análise da obra por Harold Bloom

Para Bloom, "o maior paradoxo e a mais espantosa realização da novela de Mary Shelley é que o monstro é mais humano do que seu criador". Continue lendo

O Mito de Narciso - O Primeiro Narcisista

O Mito de Narciso - O Primeiro Narcisista

Narciso, sem saber, deseja a si mesmo. Consumido por este fogo interior, esquece de comer e dormir, e logo começa a definhar. E quando se dá conta que está apaixonado por si mesmo, deseja morrer. Continue lendo

Por que ler os clássicos - Italo Calvino

Por que ler os clássicos - Italo Calvino

Para Italo Calvino, os clássicos da literatura moldam nosso imaginário e nossa visão de mundo, sempre em diálogo com as novas épocas. Os clássicos não seriam, para Calvino, apenas uma riqueza cultural, mas também uma forma de aprimoramento do indivíduo. Continue lendo

Anterior12Próxima