Em A Vida Eterna, Machado de Assis explora o dilema de um homem diante da possibilidade de viver para sempre, questionando o valor da imortalidade. A narrativa reflete sobre os limites da existência humana e o peso da eternidade, revelando uma visão melancólica sobre o desejo de escapar da morte. Continue lendo
A exploração predatória da natureza desencadeia uma reação implacável. A árvore derrubada torna-se instrumento de punição contra a arrogância humana. Continue lendo
"Orlando Faria, o Gordo, era estancieiro no distrito, meio prefeito, meio delegado e meio uma porção de coisas que ele mesmo se nomeava e ninguém dizia que não." Continue lendo
Um padre e um filósofo discutem sobre a criação do mundo, contrapondo fé e razão. A narrativa questiona verdades absolutas e sugere que a origem da humanidade pode ser tão incerta quanto as interpretações que dela se fazem. Continue lendo
"Lembro-me de tudo e a lembrança me dá a certeza de que morto ao menos não estou: na morte não há memória." Continue lendo
"Circulava em suas artérias o sangue pujante e rico de ferro de seus antepassados exploradores. Estava apenas a duas gerações daquela que subjugara os índios." Continue lendo
Por caminhos tortos, viera a cair num destino de mulher. O homem com quem casara era homem verdadeiro, os filhos que tivera eram filhos verdadeiros. Sua juventude parecia-lhe estranha como uma doença de vida. Continue lendo
Um episódio aparentemente trivial envolvendo dinheiro desencadeia reações desproporcionais e revela o verdadeiro valor atribuído às relações humanas. O humor ácido expõe como interesses materiais moldam afetos, julgamentos morais e a própria noção de dignidade. Continue lendo
"Mozart! Que cachorrão! Era o mestre da matilha e único que fazia fé. Os outros às vezes negavam fogo, mentiam, perdiam a caça ou mudavam de rasto. Mozart, nunca!" Continue lendo
Peço desculpa porque além de contar os fatos também adivinho e o que adivinho aqui escrevo, escrivã que sou por fatalidade. Eu adivinho a realidade. Continue lendo