"Quem compra esse pobre manto que estou usando para enterrar meu filho que nesta tarde morreu?" Continue lendo
"A mosca infame surgiu de algum lugar logo antes do meio-dia e começou a zumbir. Alguma coisa me soou sinistramente monstruosa e anormal, e muito mais do que eu poderia explicar a mim mesmo." Continue lendo
Monteiro Lobato narra neste conto a luta simbólica entre a engenhosidade humana e as superstições rurais, quando um camicego, uma criatura entre o morcego e o camaleão, é perseguido por um grupo de homens intrigados. O conto reflete o embate entre o imaginário popular e o pragmatismo moderno. Continue lendo
Talvez me chamem de louco, mas o mundo anda desaparecendo. Temo que logo não reste nada. Continue lendo
"O que pretendo contar-lhe é um fato horrível e misterioso, que foi o presságio infernal da minha desgraça e que me angustiou de modo terrificante." Continue lendo
Diante do céu noturno, um homem mergulha em uma experiência profunda e angustiante, refletindo sobre a insignificância humana diante do universo infinito. A sensação de mistério e medo cresce à medida que ele se sente pequeno e vulnerável perante o desconhecido. Continue lendo
"Não me considero ciumento, mas aquela carta bulia com os meus nervos. Fazia com que, a todo instante, eu cerrasse os dentes ou soltasse uma praga." Continue lendo
"De manhã, o cemitério tinha mais mortos do que aqueles que recebera em trinta anos de existência. Uma única pessoa lá não estivera, não matara nem profanara sepulturas: fora o bêbedo Belmiro." Continue lendo
Uma praga natural transforma prosperidade em desolação em questão de horas. A impotência humana diante da devastação coletiva torna-se absoluta. Continue lendo
Segredos, simbologias e curiosidades em uma das primeiras ficções épicas escritas pela humanidade. Continue lendo