Quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação íntima que me tomava? Continue lendo
A vida era isso, então? Essa falta de vergonha? Continue lendo
É um silêncio que não dorme: é insone: imóvel mas insone; e sem fantasmas. É terrível - sem nenhum fantasma. Não se pode dizer a ninguém: sentiu o silêncio desta noite? Quem ouviu não diz. Continue lendo
Em Substância, um homem relembra a figura marcante de seu avô, cujas histórias e presença poderosa deixaram um legado espiritual profundo. O conto explora a conexão entre memória, identidade e a essência imaterial que une gerações. Continue lendo
Em pleno dia, era noite. E essa coisa que não quero ainda definir é uma luz tranquila dentro de mim. A ela chamariam de alegria. Continue lendo
Engulo a loucura porque ela me alucina calmamente. A loucura é vizinha da mais cruel sensatez. Continue lendo
A menina abriu os olhos pasmada. Avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam. Os pelos de ambos eram curtos, vermelhos. Continue lendo
Vê-se no espelho. Mas ela é esta que está ali? É essa, de cara de coelho assustado, quem está pensando? Continue lendo
Será que a morte é um blefe? Um truque da vida? Continue lendo