"Em verdade morri, o que vem ao encontro da versão dos que creem na minha morte. Por outro lado, também não estou morto, pois faço tudo o que antes fazia e, devo dizer, com mais agrado do que anteriormente." Continue lendo
"Alícia começou a ter alucinações. Houve uma que era a de um antropoide no tapete, erguendo-se na ponta dos dedos e com o olhar cravado nela." Continue lendo
"O que poderia fazer um aleijado com a vocação de navegante, depois que lhe roubaram o mar?" Continue lendo
"Enquanto mamãe fazia os curativos eu só pensava no cavalinho que eu ia ganhar. Mas quando a gente é menino parece que as coisas nunca saem como a gente quer. Foi de tanto querer o cavalinho, e querer com força, que eu nunca cheguei a tê-lo." Continue lendo
"Nas mãos levava rosas e foi direto à mesa de Hebe. As primeiras frases lhe escaparam tímidas, até que mais seguro de si reencontrou o pequeno discurso decorado..." Continue lendo
"Os primeiros dragões que apareceram na cidade muito sofreram com o atraso dos nossos costumes." Continue lendo
Um menino embarca em uma viagem imaginária, transformando um simples barco de papel em uma aventura épica pelos mistérios do mundo. O conto destaca a força da fantasia e a coragem que brota da mente infantil diante da vastidão do desconhecido. Continue lendo
Caindo, caindo, caindo. A queda não acabará nunca? Continue lendo
"Moço, me dá um cigarro? Moço! Moço me dá um cigarro?" Diante de mim estava um coelhinho cinzento. Continue lendo