Neste curtíssimo e contundente conto de Victor Giudice, "O Arquivo", conhecemos o diligente funcionário joão (assim mesmo, em minúscula), peça de um maquinário corporativo kafkiano - em uma realidade mais ou menos fantástica, mas bastante semelhante com a nossa. Continue lendo
"Impedido de regressar a casa, experimentou o gosto da plena solidão. Sabia do seu egoísmo, omitindo-se dos problemas futuros da filha. Talvez a estimasse pela obrigação natural que têm os pais de amar os filhos." Continue lendo
"Desde a infância procuraram meter-me na cabeça que devia evitar a companhia de João Batista, o melhor amigo que já tive..." Continue lendo
"A notícia da presença de um falso convidado na festa circulara rápido." Continue lendo
"Mais de cem anos foram necessários para se terminar as fundações do edifício, que, segundo o manifesto de incorporação, teria ilimitado número de andares." Continue lendo
"Os olhos, por enquanto, são a porta do engano; duvide deles, dos seus, não de mim." Continue lendo
"Se, distraído, abria as mãos, delas escorregavam esquisitos objetos. Quase sempre, ao tirar o lenço para assoar o nariz, provocava assombro sacando um lençol do bolso. Se mexia na gola do paletó, logo aparecia um urubu. Mulheres e crianças gritavam." Continue lendo
"Eu não tirava os olhos do homem. Sua magreza me fascinava. Contudo, foi Artur que me chamou a atenção para um detalhe: Ele está ficando transparente." Continue lendo
"O analista assegurou que o paciente carregava dentro de si imenso lodaçal. Exigia que falasse da infância, do relacionamento com os pais." Continue lendo
Um brinquedo antigo em forma de macaco de pratos, encontrado por Hal em sua infância, volta a assombrá-lo na vida adulta, trazendo uma maldição mortal: cada vez que o macaco bate os pratos, uma tragédia acontece. Hal precisa enfrentar o horror do passado e impedir o brinquedo de continuar seu ciclo de destruição. Continue lendo