Neste irônico conto, Machado de Assis narra a chegada da Morte a uma cidade, onde, contrariando as expectativas de medo, ela é recebida com entusiasmo pelos habitantes. Continue lendo
Jamais uma peste fora tão letal e tão terrível. Continue lendo
"De manhã, o cemitério tinha mais mortos do que aqueles que recebera em trinta anos de existência. Uma única pessoa lá não estivera, não matara nem profanara sepulturas: fora o bêbedo Belmiro." Continue lendo
Vós, que leis, ainda estais entre os vivos; mas eu, que escrevo, já há muito ter ido para a região das sombras. Continue lendo
"Baleia estava muito magra e seu corpo apresentava falhas de pelos. Já andava com um rosário de sabugos de milho queimados no pescoço, que seu dono tinha colocado na tentativa de fazer com que ela melhorasse." Continue lendo
Perplexidades do cotidiano humano. Continue lendo
"Negou-lhe a morfina até o último dia: ele morre, a família fica. Tingiu de preto o vestido mais velho, o enterro seria de terceira." Continue lendo
Desafio estético: é possível não julgar o livro pela capa? Continue lendo
O fato de estar enterrado não parecia provar a Henry Armstrong que ele tivesse morrido: sempre fora um homem difícil de convencer. Continue lendo
Nem tudo é o que parece. Continue lendo