O Retrato Oval, de Edgar Allan Poe, relata a obsessão de um pintor que captura a vitalidade de sua esposa em um retrato... consumindo sua vida no processo. Continue lendo
Numa noite chuvosa, quando o céu se contorcia aos abalos dos trovões, decidiram as irmãs pôr em prática o plano que engendraram. Cada uma portava um punhal. Lançaram-se furiosamente uma contra outra, como serpentes enlouquecidas. Continue lendo
Segundo uma crença indiana hindu, todo ser vivo tem um Senhor da Morte ligado a ele. Ele é representado nas em festivais religiosos como um anão corcunda, que anda sempre preso por uma corrente a um guardião. A ideia é que, enquanto essa corrente não estiver solta ou rompida, a vida que ele deve tirar está segura. Continue lendo
É na paisagem acidentada da Cumbria, com seus picos gelados, que se encontra o tarn, um lago muito profundo entre as montanhas. E é nele que Fenwick, escritor atormentado, esconde seus sentimentos mais violentos, motivados pela inveja e pelo fracasso. Continue lendo
Teria o velho ancião morrido antes de revelar onde o tesouro estava escondido? Continue lendo
Neste conto sobre crueldade, um homem sacrifica cães para preparar um óleo medicinal lucrativo, mas de eficácia duvidosa, enquanto sua esposa elimina recém-nascidos indesejados. Em um acidente, o casal descobre que uma criança, seu filho, pode lhes servir para um novo projeto familiar, a caminho da tragédia. Continue lendo
"Um conto! Chama-se a isto um conto! Dos que se dizem nos serões de Inverno com pasmo das imaginações rudes ou infantis, poderá ser. Mas conto para gente fina e séria, para gente que sabe de cor Edgar Poe e Hoffman!" Continue lendo
Numa terra distante, impera uma lei inexorável: a ninguém é permitido matar um gato. Antes da imposição dessa norma, um casal de camponeses se deleitava exterminando felinos. Mas tudo mudou quando uma caravana misteriosa chegou à cidade trazendo consigo uma maldição aterradora... Continue lendo
"A emoção é funda, e o silêncio completo. O último pedaço de gaze rola no balde. O médico tem as mãos trêmulas. Paulo Fernando, imóvel, espera a sentença final do Destino. - Abra os olhos! - diz o doutor." Continue lendo
"Eu tremia como uma folha ao vento e não reconhecia minha própria voz." Continue lendo