Um homem lembra de sua infância marcada pela figura enigmática e encantadora de uma menina. O conto explora o poder da nostalgia e da idealização, revelando a relação entre passado e presente através de uma conexão emocional intensa. Continue lendo
"Foi, pois, assim que o explorador descobriu, toda em pé e a seus pés, a coisa humana menor que existe. Seu coração bateu porque esmeralda nenhuma é tão rara. Nem os ensinamentos dos sábios da Índia são tão raros." Continue lendo
Ela não queria erros nem mesmo a seu favor. Queria a verdade, por pior que fosse. Continue lendo
"Então, um desejo estranho, louco, um desejo de amante desesperado apoderou-se de mim. Resolvi passar a noite junto dela, a última noite, chorando no seu túmulo." Continue lendo
"Quem compra esse pobre manto que estou usando para enterrar meu filho que nesta tarde morreu?" Continue lendo
"A mosca infame surgiu de algum lugar logo antes do meio-dia e começou a zumbir. Alguma coisa me soou sinistramente monstruosa e anormal, e muito mais do que eu poderia explicar a mim mesmo." Continue lendo
Monteiro Lobato narra neste conto a luta simbólica entre a engenhosidade humana e as superstições rurais, quando um camicego, uma criatura entre o morcego e o camaleão, é perseguido por um grupo de homens intrigados. O conto reflete o embate entre o imaginário popular e o pragmatismo moderno. Continue lendo
"O que pretendo contar-lhe é um fato horrível e misterioso, que foi o presságio infernal da minha desgraça e que me angustiou de modo terrificante." Continue lendo
Diante do céu noturno, um homem mergulha em uma experiência profunda e angustiante, refletindo sobre a insignificância humana diante do universo infinito. A sensação de mistério e medo cresce à medida que ele se sente pequeno e vulnerável perante o desconhecido. Continue lendo
"Não me considero ciumento, mas aquela carta bulia com os meus nervos. Fazia com que, a todo instante, eu cerrasse os dentes ou soltasse uma praga." Continue lendo