Às vezes acordo do longo sono e volto-me com docilidade para o delicado abismo da desordem. Continue lendo
"Chow Chow o cachorrinho de que mais gostava, com seu focinho chato e sua língua roxa." Continue lendo
Cidinha fingiu não entender: entender seria perigoso para ela. A linguagem era aquela que usava, quando criança, para se defender dos adultos. Continue lendo
"Do seu corpo magro saiu a lua." Continue lendo
Senti uma angústia dominar-me. Quando virei a cabeça, percebi que era medo o que eu sentia. Parecia-me que estava sozinho num abismo escuro e que a torre me observava com o seu único olho escarlate. Continue lendo
A Mão do Macaco é um dos mais famosas contos de horror já escritos. Nesta breve história, a mão mumificada de macaco, um amuleto mágico, é capaz de conceder três desejos a quem o possui. Mas, por interferir na ordem natural, estes desejos são satisfeitos a um alto (e terrível) preço. Continue lendo
Estamos tão habituados com a presença da máquina que se um dia ela desabasse, nem sei o que aconteceria, nem quero pensar. Ela é o nosso orgulho. Ainda não sabemos para que ela serve, mas isso já não tem importância. Continue lendo
"Olhei para cima, e aquela velha fantasia da bandeira carmesim tremulando na torre de um castelo me veio à mente, e pensei no cortejo de cavaleiros vermelhos subindo pelo penhasco negro. Para meu alívio, a fantasia foi interrompida pela visão da marca." Continue lendo
Jamais uma peste fora tão letal e tão terrível. Continue lendo
Do amor à tragédia, e ao amor outra vez. Continue lendo