Conheça as várias caras de Duna, de Frank Herbert, pelas criações fantásticas de diversos artistas. Continue lendo
O estranho gênio por trás da literatura. Continue lendo
Ao visitar um cemitério, um homem testemunha diálogos inusitados entre as almas dos defuntos, revelando as hipocrisias e segredos que marcaram suas vidas. O conto explora com ironia a diferença entre a imagem pública e a verdadeira natureza humana. Continue lendo
"Um espírito sincero não teria tentado superar essa aflição. Mas eu não queria desmentir a mim mesmo. Estava indignado com minha fraqueza. Continuei a descer nas trevas, mas meu espírito esvaneceu e me tornei vítima das ilusões e dos fantasmas." Continue lendo
Machado, neste conto, apresenta um diálogo irônico entre um homem e uma mulher sobre o amor, comparando-o a um sentimento que amadurece e, inevitavelmente, se transforma. A conversa expõe, com sutileza e humor, a efemeridade das paixões e a mudança das relações ao longo do tempo. Continue lendo
Breves lições de vida ensaiadas pelos animais. Continue lendo
Para Bloom, "o maior paradoxo e a mais espantosa realização da novela de Mary Shelley é que o monstro é mais humano do que seu criador". Continue lendo
Um fulano medíocre e anônimo desenvolve a obsessão de tornar seu nome conhecido a qualquer custo, mesmo sem feitos que o justifiquem. A busca por notoriedade expõe a ironia entre fama, identidade e a insignificância social que ele tenta desesperadamente ocultar. Continue lendo
Um homem deixa registros escritos que só vêm à tona após sua morte, compondo um retrato mordaz de pessoas com quem conviveu. A leitura póstuma expõe hipocrisias, ressentimentos e a distância entre a imagem pública e os juízos privados. Continue lendo
"A emoção mais antiga e mais forte da humanidade é o medo, e o medo mais antigo e mais forte é o medo do desconhecido." Continue lendo