"Estou morrendo", disse Morella. "No entanto, viverei." Continue lendo
"Se algum dia eu morrer por imprudência e por não ter ouvido os seus conselhos, prometa que alegrará os meus últimos momentos, dizendo: Não lhe dizia eu?" Continue lendo
Durante o confinamento da Arca do dilúvio, antigas rivalidades e disputas de poder ressurgem entre os descendentes de Noé. A alegoria bíblica serve para expor a persistência da ambição, do ressentimento e da violência como traços da condição humana. Continue lendo
Um mergulho às profundezas do oceano e o encontro com uma civilização submarina até então desconhecida. Continue lendo
Miranda dormia no pomar... estava ou não estava dormindo? Continue lendo
Um marinheiro retorna de longa viagem confiando na fidelidade prometida pela amada, mas encontra-a envolvida com outro homem. O reencontro revela a fragilidade das juras e expõe, com ironia amarga, o contraste entre honra idealizada e realidade afetiva. Continue lendo
"Doce é o ar da noite. As criadas deixam-se ficar ao redor da caixa de correio ou namoram na sombra da parede onde a árvore derrama sua chuvarada escura de flores." Continue lendo
O fato de estar enterrado não parecia provar a Henry Armstrong que ele tivesse morrido: sempre fora um homem difícil de convencer. Continue lendo
Como distrair o olho grande. Continue lendo
Na vila de Itaguaí, a fundação de um manicômio e a aplicação rigorosa de critérios científicos para definir a loucura acabam por subverter a ordem social. A expansão incessante dos diagnósticos transforma a razão em exceção e expõe, com sátira incisiva, os limites do cientificismo e do poder institucional. Continue lendo