Guimarães Rosa narra a história de um homem que, ao reencontrar um antigo amor, percebe a força inescapável do destino que os separa. O conto revela a tensão entre desejo e inevitabilidade, destacando a influência das circunstâncias nas escolhas humanas. Continue lendo
Ela possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Continue lendo
"Como pudera ela dar à luz aqueles seres risonhos fracos, sem austeridade? O rancor roncava no seu peito vazio. Uns comunistas, era o que eram; uns comunistas. Olhou-os com sua cólera de velha. Pareciam ratos se acotovelando, a sua família." Continue lendo
"Libertar" era uma palavra imensa, cheia de mistérios e dores. Tudo era confuso e só se exprimia bem na palavra "liberdade" e nos passos pesados e firmes. Continue lendo
Com efeito, homens como ele passam a vida à procura da verdade, entram pelos labirintos mais estreitos, destroem metade do mundo. Continue lendo
Uma crítica passivo-agressiva ao casamento, à família tradicional, aos homens... e às mulheres tradicionais. Continue lendo
Fernando tenta se reaproximar da mãe idosa, mas existe uma barreira entre os dois: o fato de o filho ser homossexual. Ele anseia por, pelo menos uma vez, ter uma conversa franca com a mulher, e revelar-lhe a doença severa que o acometia: a Aids. Ela, porém, parece recusar-se a ouvir aquilo que, no fundo, já sabe. Continue lendo
E se eu prometer que um dia o macaco vai adoecer e morrer, você deixa ele ficar? E se você soubesse que ele um dia vai cair da janela e morrer lá embaixo? Continue lendo
Mas aquele homem que jamais sairia de seu estreito círculo, nem bastante feio, nem bastante bonito, tão importante como um cão trotando - que pretendia com seu arrogante silêncio? Continue lendo
Maria Angélica de Andrade tinha sessenta anos. E um amante, Alexandre, de dezenove anos. Continue lendo