Da amargura que carregamos. Continue lendo
"De manhã, o cemitério tinha mais mortos do que aqueles que recebera em trinta anos de existência. Uma única pessoa lá não estivera, não matara nem profanara sepulturas: fora o bêbedo Belmiro." Continue lendo
Uma praga natural transforma prosperidade em desolação em questão de horas. A impotência humana diante da devastação coletiva torna-se absoluta. Continue lendo
Alianças assimétricas. Continue lendo
"Eu queria deixar minha casa, minha avó e seus cuidados. Estava farto de chegar a horas certas, de ouvir reclamações; de ser vigiado, contemplado, querido. Sim, também a afeição de minha avó incomodava-me." Continue lendo
Já vira muita moça nervosa que se dizia: se eu rir um pouco mais estrago tudo, vai ser ridículo, tenho que parar. E era impossível. Continue lendo
Esta simples mulher por tão pouco se perdeu, e perdeu a sua natureza, e ei-la a nada mais possuir e, agora pura, o que lhe resta ainda queimarão. Continue lendo
A versão original de um dos contos de fadas mais adorados pelo mundo todo. Continue lendo
Em A Peste, João do Rio retrata os medos, desesperos e angústias do Rio de Janeiro no início do século XX, assolado pela peste de varíola. Continue lendo
Um diagnóstico médico transforma-se em evento social carregado de exageros e interpretações fantasiosas. A ignorância científica alimenta o humor e o medo. Continue lendo