Um relato aparentemente ancestral atravessa gerações sem perder atualidade. A permanência dos mesmos vícios humanos desafia a ideia de progresso. Continue lendo
Quando a gente come bichos, os bichos ficam mais parecidos com a gente, estando assim dentro de nós. Continue lendo
Os olhos da mulher estavam fixos nos dele com uma expressão que Holt, mais tarde, declarou-se incapaz de explicar ou descrever, malgrado estivesse certo de que "não era deste mundo". Continue lendo
"Era bonita e graciosa, tinha os olhos garços e ria por eles. Conservava o luto, mas sua figura não era melancólica. A beleza vencia a tristeza. Falava muito e ria muito, ria a cada passo, em desproporção com a causa, e, não raro, sem causa alguma." Continue lendo
O fugitivo sabia que, no primeiro movimento que fizesse em direção ao bosque, seria crivado de balas. Continue lendo
"Fui de mansinho descendo a escada, um pé por vez. Então vi tia Cláudia mexendo um grande caldeirão, dentro um líquido verde borbulhava. Ela é uma Bruxa!" Continue lendo
Uma mulher elegante e vaidosa recusa-se a aceitar o avanço do tempo, investindo todas as energias na preservação da própria imagem e no controle das aparências sociais. A maternidade, longe de atenuar a vaidade, torna-se mais um espelho cruel da passagem do tempo e da ilusão da eterna juventude. Continue lendo
"Por quê, se os homens escrevem porcarias assim, deveriam nossas mães ter perdido sua juventude para trazê-los ao mundo?" Continue lendo
A mulher, depois de se sentar no ônibus, engoliu um grito: ao seu lado estava aquilo que parecia um rato inquieto e que na verdade era um vivíssimo sagui. Continue lendo
A súbita aparição de Alcibíades no Rio de Janeiro do século XIX provoca um choque entre valores da Antiguidade clássica e costumes modernos. O encontro revela, com humor e ironia, o descompasso entre ideais heroicos, vaidade social e a adaptação oportunista às convenções do presente. Continue lendo