Um homem enigmático chega a uma cidade do sertão, despertando a curiosidade e suspeita dos moradores. O conto explora temas de alteridade e o impacto que um forasteiro pode causar em uma comunidade fechada. Continue lendo
Se olhasse, a mágica estaria acabada, e seriam dois infelizes naquele quarto. Continue lendo
"Desconhecidas figuras! Quem são vocês? Por que andam rua abaixo? Onde vão dormir esta noite, e amanhã?" Continue lendo
A vida urbana e suas exigências técnicas impõem uma forma de tortura silenciosa e contínua. O progresso, longe de libertar, converte-se em mecanismo de desgaste. Continue lendo
Depois da conversa, sentíamo-nos tão contentes como se nos tivéssemos presenteado a nós mesmos. Continue lendo
"Ela passou a mão nos meus cabelos, e como a adivinhar meus pensamentos pôs-se a me fazer carinhos." Continue lendo
Angela suspirou, plantada de camisola à janela. Havia dor em sua voz, com a cabeça curvada para fora. Continue lendo
Foi então que farejando o mundo que é comível, saiu de trás de um quadro uma aranha. Não uma aranha, mas me parecia "a" aranha. Andando pela sua teia invisível, parecia transladar-se maciamente no ar. Continue lendo
"Parece brincadeira, mas somos imortais. Todos imortais, meu velho. Veja só, até hoje ninguém tinha conseguido comprovar isso e afinal fui eu, num ônibus." Continue lendo
Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Parecia calma. Não olhava para ninguém, ninguém olhava para ela. Continue lendo