"Logo percebi que era uma mulher da vida. A princípio fiquei bastante aborrecida de que ela estivesse à janela, como eu. Estava debruçada e espiava os homens, e os homens também a olhavam, todos ou quase todos. Eles a farejavam como os cães farejam a caça, e trocavam depressa um olhar. O dela dizia: Não quer?" Continue lendo
A violência dos pacíficos. Continue lendo
Um homem é atormentado por um sonho repetitivo e inquietante, em que uma figura misteriosa e melancólica revela segredos sombrios sobre o destino e a fragilidade da existência humana. Conforme o sonho se entrelaça com sua vida real, ele é levado a questionar a linha entre o mundo dos sonhos e a realidade. Continue lendo
É na paisagem acidentada da Cumbria, com seus picos gelados, que se encontra o tarn, um lago muito profundo entre as montanhas. E é nele que Fenwick, escritor atormentado, esconde seus sentimentos mais violentos, motivados pela inveja e pelo fracasso. Continue lendo
Teria o velho ancião morrido antes de revelar onde o tesouro estava escondido? Continue lendo
Não confunda fraqueza com inocência. Continue lendo
"Alícia começou a ter alucinações. Houve uma que era a de um antropoide no tapete, erguendo-se na ponta dos dedos e com o olhar cravado nela." Continue lendo
O que ela sempre sentira, vagamente apenas: mediocridade. Que impressão de fraqueza, de pusilanimidade, naquele simples papel... Silenciosamente chora. Continue lendo
Às vezes, é melhor deixar quieto. Continue lendo
Os milagres são invisíveis para olhos ingratos. Continue lendo