"Se, distraído, abria as mãos, delas escorregavam esquisitos objetos. Quase sempre, ao tirar o lenço para assoar o nariz, provocava assombro sacando um lençol do bolso. Se mexia na gola do paletó, logo aparecia um urubu. Mulheres e crianças gritavam." Continue lendo
"Eu não tirava os olhos do homem. Sua magreza me fascinava. Contudo, foi Artur que me chamou a atenção para um detalhe: Ele está ficando transparente." Continue lendo
"O analista assegurou que o paciente carregava dentro de si imenso lodaçal. Exigia que falasse da infância, do relacionamento com os pais." Continue lendo
Um brinquedo antigo em forma de macaco de pratos, encontrado por Hal em sua infância, volta a assombrá-lo na vida adulta, trazendo uma maldição mortal: cada vez que o macaco bate os pratos, uma tragédia acontece. Hal precisa enfrentar o horror do passado e impedir o brinquedo de continuar seu ciclo de destruição. Continue lendo
"Se esta manhã e este encontro são sonhos, cada um de nós dois tem que pensar que o sonhador é ele." Continue lendo
"Em verdade morri, o que vem ao encontro da versão dos que creem na minha morte. Por outro lado, também não estou morto, pois faço tudo o que antes fazia e, devo dizer, com mais agrado do que anteriormente." Continue lendo
A justiça implacável da figura paterna kafkiana. Continue lendo
"O que poderia fazer um aleijado com a vocação de navegante, depois que lhe roubaram o mar?" Continue lendo
"Enquanto mamãe fazia os curativos eu só pensava no cavalinho que eu ia ganhar. Mas quando a gente é menino parece que as coisas nunca saem como a gente quer. Foi de tanto querer o cavalinho, e querer com força, que eu nunca cheguei a tê-lo." Continue lendo
"Nas mãos levava rosas e foi direto à mesa de Hebe. As primeiras frases lhe escaparam tímidas, até que mais seguro de si reencontrou o pequeno discurso decorado..." Continue lendo