"Eu queria deixar minha casa, minha avó e seus cuidados. Estava farto de chegar a horas certas, de ouvir reclamações; de ser vigiado, contemplado, querido. Sim, também a afeição de minha avó incomodava-me." Continue lendo
Já vira muita moça nervosa que se dizia: se eu rir um pouco mais estrago tudo, vai ser ridículo, tenho que parar. E era impossível. Continue lendo
Esta simples mulher por tão pouco se perdeu, e perdeu a sua natureza, e ei-la a nada mais possuir e, agora pura, o que lhe resta ainda queimarão. Continue lendo
Em A Peste, João do Rio retrata os medos, desesperos e angústias do Rio de Janeiro no início do século XX, assolado pela peste de varíola. Continue lendo
Um diagnóstico médico transforma-se em evento social carregado de exageros e interpretações fantasiosas. A ignorância científica alimenta o humor e o medo. Continue lendo
Perdida nos meandros internos e escuros do Maracanã, a senhora já arrastava pés pesados de velha. Continue lendo
Eu só queria uma coisa: matar cada barata que existe. Continue lendo
Ninguém ali me queria, eu não queria a ninguém. E nós ali presos, como se nosso trem tivesse descarrilado e fôssemos obrigados a pousar entre estranhos. Continue lendo
Em A Segunda Vida, um homem obtém a chance de recomeçar a existência após a morte, levando consigo as expectativas de realização plena e reconhecimento. A nova vida, porém, repete frustrações e ilusões, sugerindo que a insatisfação não depende das circunstâncias, mas da própria condição humana. Continue lendo
Neste conto, Machado retrata uma viúva devota que, atormentada por escrúpulos religiosos, busca orientação espiritual para interpretar seu matrimônio. A narrativa expõe, com a costumeira ironia machadiana, os dilemas entre fé, moral e convenções sociais. Continue lendo