Estamos tão habituados com a presença da máquina que se um dia ela desabasse, nem sei o que aconteceria, nem quero pensar. Ela é o nosso orgulho. Ainda não sabemos para que ela serve, mas isso já não tem importância. Continue lendo
Um homem lembra de sua infância marcada pela figura enigmática e encantadora de uma menina. O conto explora o poder da nostalgia e da idealização, revelando a relação entre passado e presente através de uma conexão emocional intensa. Continue lendo
"Foi, pois, assim que o explorador descobriu, toda em pé e a seus pés, a coisa humana menor que existe. Seu coração bateu porque esmeralda nenhuma é tão rara. Nem os ensinamentos dos sábios da Índia são tão raros." Continue lendo
Ela não queria erros nem mesmo a seu favor. Queria a verdade, por pior que fosse. Continue lendo
Monteiro Lobato narra neste conto a luta simbólica entre a engenhosidade humana e as superstições rurais, quando um camicego, uma criatura entre o morcego e o camaleão, é perseguido por um grupo de homens intrigados. O conto reflete o embate entre o imaginário popular e o pragmatismo moderno. Continue lendo
"Não me considero ciumento, mas aquela carta bulia com os meus nervos. Fazia com que, a todo instante, eu cerrasse os dentes ou soltasse uma praga." Continue lendo
"De manhã, o cemitério tinha mais mortos do que aqueles que recebera em trinta anos de existência. Uma única pessoa lá não estivera, não matara nem profanara sepulturas: fora o bêbedo Belmiro." Continue lendo
Uma praga natural transforma prosperidade em desolação em questão de horas. A impotência humana diante da devastação coletiva torna-se absoluta. Continue lendo
"Eu queria deixar minha casa, minha avó e seus cuidados. Estava farto de chegar a horas certas, de ouvir reclamações; de ser vigiado, contemplado, querido. Sim, também a afeição de minha avó incomodava-me." Continue lendo
Já vira muita moça nervosa que se dizia: se eu rir um pouco mais estrago tudo, vai ser ridículo, tenho que parar. E era impossível. Continue lendo