Ela não queria erros nem mesmo a seu favor. Queria a verdade, por pior que fosse. Continue lendo
"Não me considero ciumento, mas aquela carta bulia com os meus nervos. Fazia com que, a todo instante, eu cerrasse os dentes ou soltasse uma praga." Continue lendo
"De manhã, o cemitério tinha mais mortos do que aqueles que recebera em trinta anos de existência. Uma única pessoa lá não estivera, não matara nem profanara sepulturas: fora o bêbedo Belmiro." Continue lendo
"Eu queria deixar minha casa, minha avó e seus cuidados. Estava farto de chegar a horas certas, de ouvir reclamações; de ser vigiado, contemplado, querido. Sim, também a afeição de minha avó incomodava-me." Continue lendo
Já vira muita moça nervosa que se dizia: se eu rir um pouco mais estrago tudo, vai ser ridículo, tenho que parar. E era impossível. Continue lendo
Esta simples mulher por tão pouco se perdeu, e perdeu a sua natureza, e ei-la a nada mais possuir e, agora pura, o que lhe resta ainda queimarão. Continue lendo
Em A Peste, João do Rio retrata os medos, desesperos e angústias do Rio de Janeiro no início do século XX, assolado pela peste de varíola. Continue lendo
Perdida nos meandros internos e escuros do Maracanã, a senhora já arrastava pés pesados de velha. Continue lendo
Eu só queria uma coisa: matar cada barata que existe. Continue lendo
Ninguém ali me queria, eu não queria a ninguém. E nós ali presos, como se nosso trem tivesse descarrilado e fôssemos obrigados a pousar entre estranhos. Continue lendo