"Dela era a inclinação a correr, a meditar em longos passeios solitários, pulando portões, pisando na lama, para através da névoa, do sonho, do êxtase da solidão entrar no coração das matas com pequenas cerimônias a que ninguém assistia, ritos privados, pura beleza que lhe enchiam o espírito de entusiasmo e espanto." Continue lendo
Um ensaio sobre a solidão. Continue lendo
"Ninguém deveria deixar espelhos pendurados em casa, assim como não se devem deixar abertos talões de cheques ou cartas que confessem crimes horrorosos." Continue lendo
"Olhei para cima, e aquela velha fantasia da bandeira carmesim tremulando na torre de um castelo me veio à mente, e pensei no cortejo de cavaleiros vermelhos subindo pelo penhasco negro. Para meu alívio, a fantasia foi interrompida pela visão da marca." Continue lendo
"Eu queria deixar minha casa, minha avó e seus cuidados. Estava farto de chegar a horas certas, de ouvir reclamações; de ser vigiado, contemplado, querido. Sim, também a afeição de minha avó incomodava-me." Continue lendo
A luz, ao deslizar pelo vidro, derrama uma poça verde. Sob os sinos azuis rola uma onda. Continue lendo
"Baleia estava muito magra e seu corpo apresentava falhas de pelos. Já andava com um rosário de sabugos de milho queimados no pescoço, que seu dono tinha colocado na tentativa de fazer com que ela melhorasse." Continue lendo
"Eles estão procurando; estão abrindo a cortina. Por que foi que entrei aqui? O que era que eu queria encontrar?" Continue lendo
Um dos mais famosos contos do celebrado escritor norte-americano Ernest Hemingway, autor de O Velho e o Mar. Continue lendo
"Como pudera ela dar à luz aqueles seres risonhos fracos, sem austeridade? O rancor roncava no seu peito vazio. Uns comunistas, era o que eram; uns comunistas. Olhou-os com sua cólera de velha. Pareciam ratos se acotovelando, a sua família." Continue lendo