Quem tem fome, tem pressa. Continue lendo
Com selvagem desespero no coração, abri rapidamente os olhos. Meus piores pensamentos foram, então, confirmados. A espessa escuridão parecia oprimir-me e sufocar-me. A atmosfera estava extraordinariamente confinada. A sentença fora pronunciada. Contudo, nem por um instante supus que estivesse realmente morto. Continue lendo
"Isto é do jovem Mozart... Mas a melodia, como todas as melodias dele, leva ao desespero - ou melhor, à esperança. Que quero dizer? Quero dançar, rir, comer bolos cor-de-rosa, beber vinho suave ou forte." Continue lendo
Era naquele local que toda a carne dos cemitérios convergia para o repasto dos vermes marinhos. E era sobre esses horrores que a maligna Lua agora pairava, muito baixa. Pressenti um novo calafrio, vindo de longe, como se minha carne tivesse padecido de um horror mesmo antes que meus olhos o vissem. Continue lendo
A verdade nem sempre vos libertará. Continue lendo
A cidade estava despovoada e, nos horríveis bairros vizinhos do Tâmisa, no meio desses becos negros, estreitos e imundos onde o demônio da peste tinha fixado a sua residência, passeavam à vontade o espanto, o terror e a superstição. Continue lendo
O Retrato Oval, de Edgar Allan Poe, relata a obsessão de um pintor que captura a vitalidade de sua esposa em um retrato... consumindo sua vida no processo. Continue lendo
Um ensinamento enigmático promete revelar a essência da sabedoria e do poder espiritual. À medida que o segredo se propaga, evidencia-se a facilidade com que palavras vazias, autoridade simbólica e credulidade coletiva produzem prestígio e dominação. Continue lendo
Segundo uma crença indiana hindu, todo ser vivo tem um Senhor da Morte ligado a ele. Ele é representado nas em festivais religiosos como um anão corcunda, que anda sempre preso por uma corrente a um guardião. A ideia é que, enquanto essa corrente não estiver solta ou rompida, a vida que ele deve tirar está segura. Continue lendo
"Logo percebi que era uma mulher da vida. A princípio fiquei bastante aborrecida de que ela estivesse à janela, como eu. Estava debruçada e espiava os homens, e os homens também a olhavam, todos ou quase todos. Eles a farejavam como os cães farejam a caça, e trocavam depressa um olhar. O dela dizia: Não quer?" Continue lendo