Fragmentos de histórias pessoais, memórias e afetos são costurados em torno de um objeto doméstico aparentemente banal. Cada pedaço revela marcas de sofrimento, resistência e passagem do tempo. Continue lendo
"Um moço sem vintém... Sair do nicho de filha única, onde vive como uma Nossa Senhorinha, para ligar-se a um lorpa de marido, ser criada, escrava dele!" Continue lendo
Um ato violento atravessa o tempo como marca indelével da memória coletiva. A lembrança do golpe pesa mais que o próprio ferimento físico. Continue lendo
Monteiro Lobato narra neste conto a luta simbólica entre a engenhosidade humana e as superstições rurais, quando um camicego, uma criatura entre o morcego e o camaleão, é perseguido por um grupo de homens intrigados. O conto reflete o embate entre o imaginário popular e o pragmatismo moderno. Continue lendo
Uma praga natural transforma prosperidade em desolação em questão de horas. A impotência humana diante da devastação coletiva torna-se absoluta. Continue lendo
Um diagnóstico médico transforma-se em evento social carregado de exageros e interpretações fantasiosas. A ignorância científica alimenta o humor e o medo. Continue lendo
Um espaço esquecido revela rotinas marcadas por monotonia e apagamento social. A ausência de perspectivas transforma o tempo em espera inútil. Continue lendo
A exploração predatória da natureza desencadeia uma reação implacável. A árvore derrubada torna-se instrumento de punição contra a arrogância humana. Continue lendo
"Mozart! Que cachorrão! Era o mestre da matilha e único que fazia fé. Os outros às vezes negavam fogo, mentiam, perdiam a caça ou mudavam de rasto. Mozart, nunca!" Continue lendo
Pequenos acontecimentos encadeados assumem significado decisivo na trajetória pessoal. O acaso mostra-se tão determinante quanto a vontade humana. Continue lendo