A referência ao conto tradicional serve para examinar relações de poder e dominação. A violência doméstica surge sob forma simbólica e cotidiana. Continue lendo
A figura deformada e marginalizada circula entre medo, repulsa e curiosidade, tornando-se alvo da crueldade coletiva. A violência simbólica e física revela o lado mais sombrio da vida rural. Continue lendo
O ambiente rural surge como espaço de aparente simplicidade e harmonia. Sob a superfície tranquila, porém, persistem ignorância e conflitos profundos. Continue lendo
"É curioso? O inferno está cheio de curiosos, moço." Continue lendo
A aparência física funciona como marcador social e moral. A diferença visível desperta preconceito, vigilância e repressão. Continue lendo
A obsessão pelo cultivo e pela riqueza do café domina relações, decisões e expectativas. A monocultura surge como força que corrói o equilíbrio econômico e humano. Continue lendo
A observação de brinquedos simples desperta reflexões sobre infância, imaginação e perda. O olhar adulto revisita a inocência como algo irrecuperável. Continue lendo
Antigos núcleos urbanos, esvaziados pela decadência econômica, permanecem presos ao passado. O silêncio e a ruína material refletem o fracasso de ciclos de progresso mal sustentados. Continue lendo
Um episódio banal transforma-se em narrativa de constrangimento e ironia social. Continue lendo
O coração da gentil Expedita pulsou intensamente naqueles maravilhosos quinze dias - e nunca mais. Nunca mais namorou ou amou ninguém - por causa da casmurrice do pai. Continue lendo