A referência ao conto tradicional serve para examinar relações de poder e dominação. A violência doméstica surge sob forma simbólica e cotidiana. Continue lendo
A figura deformada e marginalizada circula entre medo, repulsa e curiosidade, tornando-se alvo da crueldade coletiva. A violência simbólica e física revela o lado mais sombrio da vida rural. Continue lendo
"Os carros com tripulantes, parados na minha rua, sempre me alarmavam. Ficava lá, mordendo as unhas, até que o carro fosse embora. A cada susto prometia mudar de vida e pensava em Helena, em como era importante ela mudar também." Continue lendo
O ambiente rural surge como espaço de aparente simplicidade e harmonia. Sob a superfície tranquila, porém, persistem ignorância e conflitos profundos. Continue lendo
"Me deixei ficar sentado, mareado, cuspindo sangue e pedaços de um dente. Zélia acendeu a luz do quarto, ouvia-lhe o nervoso cicio para o bebê. Em seguida passos, o vulto dela recortado na porta." Continue lendo
"É curioso? O inferno está cheio de curiosos, moço." Continue lendo
A aparência física funciona como marcador social e moral. A diferença visível desperta preconceito, vigilância e repressão. Continue lendo
"- O sonho é pra sonhar, não é? Quem sabe a gente toma um café nalgum lugar... um lugar discreto." Continue lendo
A obsessão pelo cultivo e pela riqueza do café domina relações, decisões e expectativas. A monocultura surge como força que corrói o equilíbrio econômico e humano. Continue lendo
A vida de um regente modesto é marcada pelo desejo obsessivo de compor uma cantiga nupcial que expresse plenamente o ideal de harmonia e felicidade que nunca alcança. Entre frustrações silenciosas e ironia trágica, a obra mostra como a realização artística e afetiva lhe escapa até que, tardiamente, surge de forma simples e quase indiferente, quando já não pode ser vivida. Continue lendo