Durante os dias mais esplendorosos de sua beleza sem paralelos, era mais do que certo que eu nunca a amara. E agora... agora eu estremecia na presença dela, empalidecia à sua aproximação. Continue lendo
- Ei, ei, amigo portuga! Quer comprar uns escravos? Continue lendo
A figura deformada e marginalizada circula entre medo, repulsa e curiosidade, tornando-se alvo da crueldade coletiva. A violência simbólica e física revela o lado mais sombrio da vida rural. Continue lendo
"Os carros com tripulantes, parados na minha rua, sempre me alarmavam. Ficava lá, mordendo as unhas, até que o carro fosse embora. A cada susto prometia mudar de vida e pensava em Helena, em como era importante ela mudar também." Continue lendo
Conheça a versão original de um dos contos de fadas mais famosos da literatura universal. Continue lendo
O ambiente rural surge como espaço de aparente simplicidade e harmonia. Sob a superfície tranquila, porém, persistem ignorância e conflitos profundos. Continue lendo
"Me deixei ficar sentado, mareado, cuspindo sangue e pedaços de um dente. Zélia acendeu a luz do quarto, ouvia-lhe o nervoso cicio para o bebê. Em seguida passos, o vulto dela recortado na porta." Continue lendo
"É curioso? O inferno está cheio de curiosos, moço." Continue lendo
A aparência física funciona como marcador social e moral. A diferença visível desperta preconceito, vigilância e repressão. Continue lendo
"- O sonho é pra sonhar, não é? Quem sabe a gente toma um café nalgum lugar... um lugar discreto." Continue lendo