"Gostou de me ver? Se quiseres que eu vá contigo eu vou. Largo tudo!" Continue lendo
Quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação íntima que me tomava? Continue lendo
A vida era isso, então? Essa falta de vergonha? Continue lendo
Um homem entrava no bar... Continue lendo
Um homem rememora a vida de sua mãe, com destaque para o ciclo de perdas e a continuidade da existência. Continue lendo
"Babá não era mais travesso do que outros piás da mesma rua, mas se destacava por ser muito inventivo. Esse guri vai longe, diziam, sem apontar em que direção. Um que outro podia achar que Babá era um trapaceiro, mas ninguém tinha certeza disso." Continue lendo
"Que pena, eu pensava, um pobre velho sozinho naquelas lonjuras, decerto sempre a recear que um valente daquelas ásperas estradas chegasse a galope e carregasse a chinoca Maria na sua garupa." Continue lendo
É um silêncio que não dorme: é insone: imóvel mas insone; e sem fantasmas. É terrível - sem nenhum fantasma. Não se pode dizer a ninguém: sentiu o silêncio desta noite? Quem ouviu não diz. Continue lendo
Um homem relembra um episódio amoroso ambíguo e perturbador envolvendo uma mulher aparentemente virtuosa, cuja conduta desafia suas expectativas morais. A narrativa constrói-se na tensão entre memória, ciúme e dúvida, deixando em aberto se o ocorrido foi fruto de traição efetiva ou de uma interpretação marcada pela insegurança e pelo orgulho ferido. Continue lendo