Em Fatia de Vida, Lobato retrata, com sensibilidade, o cotidiano e os dilemas de uma família humilde diante das dificuldades e aspirações da vida no campo. Continue lendo
Ela possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Continue lendo
"Como pudera ela dar à luz aqueles seres risonhos fracos, sem austeridade? O rancor roncava no seu peito vazio. Uns comunistas, era o que eram; uns comunistas. Olhou-os com sua cólera de velha. Pareciam ratos se acotovelando, a sua família." Continue lendo
"Sabe tudo, é? Pois não sabe, não pode saber. E pensa: só eu sei. O começo do fim." Continue lendo
Um fulano medíocre e anônimo desenvolve a obsessão de tornar seu nome conhecido a qualquer custo, mesmo sem feitos que o justifiquem. A busca por notoriedade expõe a ironia entre fama, identidade e a insignificância social que ele tenta desesperadamente ocultar. Continue lendo
Um homem deixa registros escritos que só vêm à tona após sua morte, compondo um retrato mordaz de pessoas com quem conviveu. A leitura póstuma expõe hipocrisias, ressentimentos e a distância entre a imagem pública e os juízos privados. Continue lendo
A convivência com figuras tediosas transforma o cotidiano em exercício de irritação contínua. O tédio surge como força corrosiva das relações sociais. Continue lendo
"Libertar" era uma palavra imensa, cheia de mistérios e dores. Tudo era confuso e só se exprimia bem na palavra "liberdade" e nos passos pesados e firmes. Continue lendo
"Quando o tropeiro Guido morreu afogado, López foi um dos que tresnoitaram o Ibicuí rio abaixo e rio acima, na obrigação de não deixar corpo de homem sem velório." Continue lendo
"Ela era muito esquecida, tonta, e não conseguia guardar nem os nomes das cidades gregas." Continue lendo