Ela não contou nada a ninguém. Se contasse, não acreditariam porque não acreditavam na realidade. Mas ela, que morava em Londres, onde os fantasmas existem nos becos escuros, sabia da verdade. Continue lendo
"Nunca pude entender a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu 19, ela 30." Continue lendo
Abriu-se a casa e dela saíram três mascarados. Um era alto e tinha a cabeça de um galo. Outro era gordo e vestira-se de touro. O terceiro disfarçara-se em cavalheiro antigo e pusera máscara de demônio. Continue lendo
"Ela queria quebrar o encantamento que se abatera sobre a casa; quebrar a placa de vidro que os separava das demais pessoas." Continue lendo
"Estou morrendo", disse Morella. "No entanto, viverei." Continue lendo
"Se algum dia eu morrer por imprudência e por não ter ouvido os seus conselhos, prometa que alegrará os meus últimos momentos, dizendo: Não lhe dizia eu?" Continue lendo
Durante o confinamento da Arca do dilúvio, antigas rivalidades e disputas de poder ressurgem entre os descendentes de Noé. A alegoria bíblica serve para expor a persistência da ambição, do ressentimento e da violência como traços da condição humana. Continue lendo
"Este é Kafka em seu melhor estilo masoquista. Mas há também um significado filosófico nesse culto da dor. Morte e epifania andam de mãos dadas, e a transfiguração é a recompensa dos que sofrem tortura." Continue lendo
"Era muito azar. Vinha ao bar pegar mulher, adoçar, ainda que de mentirinha, o sensabor de suas noites solteiras, e topava com um azedo fantasma do passado, um tipo ignóbil, nojento." Continue lendo
Dois personagens discutem a essência da existência e a inevitabilidade do nada, questionando os limites da compreensão humana e a natureza da vida e da morte. Continue lendo