A figura popular de um humorista admirado passa a revelar o peso oculto da própria máscara cômica. O riso coletivo contrasta com uma consciência moral atormentada e tardia. Continue lendo
"Os olhos, por enquanto, são a porta do engano; duvide deles, dos seus, não de mim." Continue lendo
A partir de uma conversa sobre a natureza da alma, apresenta-se a ideia de que cada pessoa possui uma dimensão interior e outra moldada pelo olhar social. Quando a identidade passa a depender exclusivamente do reconhecimento externo, a perda desse reflexo ameaça dissolver o próprio sentido de existência. Continue lendo
A suspeita de espionagem alimenta paranoia e nacionalismo exacerbado. O medo do inimigo externo revela a fragilidade do senso crítico coletivo. Continue lendo
Uma marca social imposta por boatos e preconceitos condena alguém à exclusão permanente. Continue lendo
"Se, distraído, abria as mãos, delas escorregavam esquisitos objetos. Quase sempre, ao tirar o lenço para assoar o nariz, provocava assombro sacando um lençol do bolso. Se mexia na gola do paletó, logo aparecia um urubu. Mulheres e crianças gritavam." Continue lendo
"Coma, coma, que não é vergonha gostar de fígado." Continue lendo
A presença do imposto invade até o espaço simbólico da celebração natalina. A crítica recai sobre a voracidade burocrática travestida de dever cívico. Continue lendo
"Eu não tirava os olhos do homem. Sua magreza me fascinava. Contudo, foi Artur que me chamou a atenção para um detalhe: Ele está ficando transparente." Continue lendo
Entrou e foi logo brincando com o meu cachorro, dizendo que só os bichos o entendiam. Perguntei-lhe se queria café. Ele disse: só bebo álcool, há três dias que estou bebendo. Continue lendo