"Sabe tudo, é? Pois não sabe, não pode saber. E pensa: só eu sei. O começo do fim." Continue lendo
Um fulano medíocre e anônimo desenvolve a obsessão de tornar seu nome conhecido a qualquer custo, mesmo sem feitos que o justifiquem. A busca por notoriedade expõe a ironia entre fama, identidade e a insignificância social que ele tenta desesperadamente ocultar. Continue lendo
Um homem deixa registros escritos que só vêm à tona após sua morte, compondo um retrato mordaz de pessoas com quem conviveu. A leitura póstuma expõe hipocrisias, ressentimentos e a distância entre a imagem pública e os juízos privados. Continue lendo
A convivência com figuras tediosas transforma o cotidiano em exercício de irritação contínua. O tédio surge como força corrosiva das relações sociais. Continue lendo
"Libertar" era uma palavra imensa, cheia de mistérios e dores. Tudo era confuso e só se exprimia bem na palavra "liberdade" e nos passos pesados e firmes. Continue lendo
"Quando o tropeiro Guido morreu afogado, López foi um dos que tresnoitaram o Ibicuí rio abaixo e rio acima, na obrigação de não deixar corpo de homem sem velório." Continue lendo
"Ela era muito esquecida, tonta, e não conseguia guardar nem os nomes das cidades gregas." Continue lendo
A obsessão pela própria continuidade conduz a decisões moralmente ambíguas. O desejo de preservar bens e nome revela egoísmo disfarçado de prudência. Continue lendo
Com efeito, homens como ele passam a vida à procura da verdade, entram pelos labirintos mais estreitos, destroem metade do mundo. Continue lendo
Uma viagem sentimental por Porto Alegre, guiada por um de seus moradores mais ilustres. Continue lendo