"A rua estava deserta. Abriu o portão e entrou. Ajoelhando-se, deitou o filho no capacho. A criança se contraiu num ligeiro espasmo. Vendo-a sossegar, levantou-se e saiu." Continue lendo
Mas aquele homem que jamais sairia de seu estreito círculo, nem bastante feio, nem bastante bonito, tão importante como um cão trotando - que pretendia com seu arrogante silêncio? Continue lendo
"Queria avisá-la, cuidado, ele quer te roubar de mim e de papai, mas não se animava, receoso de que sorrisse novamente aquele sorriso perigoso." Continue lendo
"O guri saltou da cama, também ele se deitara sem tirar as alpargatas. Decerto revivendo outras madrugadas de um mesmo ritual." Continue lendo
Após enfrentar uma furiosa tempestade em alto-mar, seguida de naufrágio, um homem refugia-se a bordo de um navio fantasma, junto a uma tripulação misteriosa, rumo a um destino catastrófico. Continue lendo
"Vence a cotovia. O moço beija-a pela última vez e parte. Não esquece, porém, de enfiar no dedo de Julieta um anel - joia indispensável ao desfecho da nossa tragédia." Continue lendo
"Eu corria de um lado para outro, afobado, arquejante, ora buscando os olhos, ora procurando as coxas de Marina, até que os gráficos encerraram a procissão." Continue lendo
Maria Angélica de Andrade tinha sessenta anos. E um amante, Alexandre, de dezenove anos. Continue lendo
Entrara no convento por imposição da família: queriam vê-la abrigada no seio de Deus. Mas começou a se cansar de viver só entre mulheres. Mulheres, mulheres, mulheres. Não aguentava mais. Continue lendo
O que conheço dele é a sua situação: o menino é aquele em quem acabaram de nascer os primeiros dentes e é o mesmo que será médico ou carpinteiro. Continue lendo