"Negou-lhe a morfina até o último dia: ele morre, a família fica. Tingiu de preto o vestido mais velho, o enterro seria de terceira." Continue lendo
Todas as vezes que Aurélia queria ficar linda ligava para Serjoca. Serjoca era maquilador de mulheres. Mas não queria nada com mulheres. Queria homens. Continue lendo
"Um ano após a sua fuga, a vi aparecer no portão." Continue lendo
Às vezes, quando vejo uma pessoa que nunca vi, e tenho algum tempo para observá-la, eu me encarno nela e assim dou um grande passo para conhecê-la. Continue lendo
Ao visitar um cemitério, um homem testemunha diálogos inusitados entre as almas dos defuntos, revelando as hipocrisias e segredos que marcaram suas vidas. O conto explora com ironia a diferença entre a imagem pública e a verdadeira natureza humana. Continue lendo
A imagem idílica de um lugar perfeito é desmontada por conflitos humanos elementares. Nem mesmo o paraíso escapa às imperfeições morais. Continue lendo
"Um espírito sincero não teria tentado superar essa aflição. Mas eu não queria desmentir a mim mesmo. Estava indignado com minha fraqueza. Continuei a descer nas trevas, mas meu espírito esvaneceu e me tornei vítima das ilusões e dos fantasmas." Continue lendo
Eu apenas procurava uma desculpa para gostar de Jimmy. Que podia eu fazer, afinal? Continue lendo
Machado, neste conto, apresenta um diálogo irônico entre um homem e uma mulher sobre o amor, comparando-o a um sentimento que amadurece e, inevitavelmente, se transforma. A conversa expõe, com sutileza e humor, a efemeridade das paixões e a mudança das relações ao longo do tempo. Continue lendo
Às vezes seu estômago se apertava apreensivo: é que naquela casa ele estaria totalmente à mercê do amor sem seleção de uma mulher. Continue lendo