Neste clássico de Machado, conta-se a história de um triângulo amoroso. Rita, temerosa pelo futuro de seu relacionamento extraconjugal, consulta uma cartomante. Ignorando as advertências racionais, ela confia cegamente nas previsões da vidente, levando-a a trágicas consequências. Continue lendo
Fortunato não ajuda as pessoas por compaixão, mas por um impulso sádico, sua causa secreta, que o leva a sentir prazer ao ver a dor dos outros. Um conto sobre sadismo, hipocrisia e perversidade humana. Continue lendo
Às vésperas de um baile, um jovem é retido por um conhecido que lhe lê um drama interminável, mergulhando-o em um estado de tédio e confusão. A situação se resolve como um jogo entre sonho e realidade, revelando como a imaginação pode distorcer o tempo, o desejo e a percepção dos acontecimentos. Continue lendo
Neste irônico conto, Machado de Assis narra a chegada da Morte a uma cidade, onde, contrariando as expectativas de medo, ela é recebida com entusiasmo pelos habitantes. Continue lendo
O Diabo funda uma igreja própria, convencido de que os vícios humanos, assumidos sem hipocrisia, garantiriam a fidelidade absoluta dos fiéis. O projeto fracassa quando até os adeptos da maldade passam a praticar discretamente virtudes, expondo a contradição inerente à natureza humana. Continue lendo
Em A Segunda Vida, um homem obtém a chance de recomeçar a existência após a morte, levando consigo as expectativas de realização plena e reconhecimento. A nova vida, porém, repete frustrações e ilusões, sugerindo que a insatisfação não depende das circunstâncias, mas da própria condição humana. Continue lendo
Neste conto, Machado retrata uma viúva devota que, atormentada por escrúpulos religiosos, busca orientação espiritual para interpretar seu matrimônio. A narrativa expõe, com a costumeira ironia machadiana, os dilemas entre fé, moral e convenções sociais. Continue lendo
Em tom alegórico e satírico, descreve-se uma república idealizada cujas instituições e costumes pretendem encarnar a razão e a ordem perfeitas. A experiência revela, porém, que mesmo sob formas políticas refinadas persistem interesses particulares, vaidades e contradições humanas. Continue lendo
Em A Vida Eterna, Machado de Assis explora o dilema de um homem diante da possibilidade de viver para sempre, questionando o valor da imortalidade. A narrativa reflete sobre os limites da existência humana e o peso da eternidade, revelando uma visão melancólica sobre o desejo de escapar da morte. Continue lendo
Um padre e um filósofo discutem sobre a criação do mundo, contrapondo fé e razão. A narrativa questiona verdades absolutas e sugere que a origem da humanidade pode ser tão incerta quanto as interpretações que dela se fazem. Continue lendo